Cartilha Pode Entrar

Cartilha Pode Entrar: Português do Brasil para refugiadas e refugiados

Como você bem sabe, refugiados e refugiadas são pessoas que tiveram de deixar para trás seu país para preservar sua vida, liberdade e segurança. O Brasil possui uma lei específica para organizar esta acolhida (Lei n. 9.474/1997) e pessoas de diversos lugares do mundo chegam todos os anos aqui em busca de proteção.

Para que comece a se fazer parte do dia-a-dia do Brasil, se faz necessário um aprendizado essencial: a linguagem. É através dela que as pessoas conseguem expor seus pensamentos, preocupações, anseios e sentimentos. A língua é elemento crucial para o desenvolvimento das relações e para as trocas culturais.

O Curso Popular Mafalda, o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados – ACNUR e a Caritas Arquidiocesana de São Paulo – CASP se uniram para produzir um material didático que auxilie você e outras pessoas refugiadas a darem os primeiros passos linguísticos para sua integração ao nosso país. Acreditamos que todas as pessoas podem aprender nosso idioma e colaborar para que o Brasil se torne um país cada vez mais plural, fraterno e receptivo às diversas culturas.

Cada capítulo foi construído com o auxílio de pessoas com diversas formações acadêmicas. O material foi pensado de acordo com as principais demandas que surgiram no diálogo com refugiadas e refugiados, e que também foram trazidas pelas instituições que trabalham com ensino de português. Em cada unidade você encontrará uma proposta de atividade final que faz uma ligação com sua própria história, de seu país de origem e seu povo. Suas experiências somam muito ao nosso aprendizado.

Ficamos muito felizes com sua adesão ao curso de Português brasileiro e esperamos que este curso seja útil para você. Esperamos sugestões e críticas ao material, para que ele possa ser melhorado e reeditado sempre que necessário.

Pode entrar!

Leia a cartilha clique aqui para ler

3 comentários em “Cartilha Pode Entrar”

  1. Fabíola Maciel Corrêa

    Olá! Meu nome é Fabíola. Trabalho com refugiados em minha cidade e fiquei muito interessada em utilizar esse material. Como devo proceder?

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